Para quem acha que bebês não são capazes de interagir no primeiro de vida e se interessam apenas por brinquedos, vai um alerta: eles têm um vasto repertório de expressões e sentem empatias uns pelos outros. Mesmo não falando, bebês interagem com bebês e criam um faz-de-conta no qual, num olhar ou num sorriso, arquitetam toda uma comunicação entre si, mesmo com a interferência dos adultos.
Essa foi a constatação do mais recente trabalho em vídeo dos pesquisadores do Centro de Investigações sobre Desenvolvimento e Educação Infantil (Cindedi) da USP de Ribeirão Preto, apresentado nesta quinta-feira (17) à tarde no auditório do Instituto de Artes (IA) da Unicamp.
A pesquisa, coordenada pela psicológica e educadora infantil Maria Clotilde Rossetti Ferreira, mostrou como os bebês de 0 a 1 ano de creches de Ribeirão Preto reconheciam-se e trocavam mensagens muito sutis entre si, criando relações de ajuda mútua e brincadeiras. Pelo método de videogravação, os pesquisadores puderam assistir e rever cenas que comprovam a teoria da interação entre os bebês.
“Já disse aqui na SBPC que inovação não é só das engenharias. As ciências humanas também têm ‘know how’ para desenvolver tecnologias para a educação”, comentou Maria Clotilde.
A partir dessa constatação, a pesquisadora disse que é preciso, daqui para frente, propor uma nova psicopedagogia e reorganizar os espaços das creches. Além disso, a capacitação dos profissionais que cuidam de bebês deve ser tratada como prioridade. “É por isso que fazemos esses vídeos para o público leigo. Assim, estamos contribuindo para a melhora da educação em nosso país”, afirmou.
Além desse vídeo, o Cindedi ainda tem o “Que casa é essa? O abrigo enquanto um acolhimento de qualidade à criança e ao adolescente”. Dezenas de outros na mesma linha estão em fase de conclusão. Cada vídeo tem em média 20 minutos e é uma tradição do grupo desenvolvê-los a partir das pesquisas acadêmicas. O contato com o Cindedi pode ser feito pelo site da USP de Ribeirão Preto (www.ffclrp.usp.br) ou pelo e-mail cindedi@ffclrp.usp.br.
Essa foi a constatação do mais recente trabalho em vídeo dos pesquisadores do Centro de Investigações sobre Desenvolvimento e Educação Infantil (Cindedi) da USP de Ribeirão Preto, apresentado nesta quinta-feira (17) à tarde no auditório do Instituto de Artes (IA) da Unicamp.
A pesquisa, coordenada pela psicológica e educadora infantil Maria Clotilde Rossetti Ferreira, mostrou como os bebês de 0 a 1 ano de creches de Ribeirão Preto reconheciam-se e trocavam mensagens muito sutis entre si, criando relações de ajuda mútua e brincadeiras. Pelo método de videogravação, os pesquisadores puderam assistir e rever cenas que comprovam a teoria da interação entre os bebês.
“Já disse aqui na SBPC que inovação não é só das engenharias. As ciências humanas também têm ‘know how’ para desenvolver tecnologias para a educação”, comentou Maria Clotilde.
A partir dessa constatação, a pesquisadora disse que é preciso, daqui para frente, propor uma nova psicopedagogia e reorganizar os espaços das creches. Além disso, a capacitação dos profissionais que cuidam de bebês deve ser tratada como prioridade. “É por isso que fazemos esses vídeos para o público leigo. Assim, estamos contribuindo para a melhora da educação em nosso país”, afirmou.
Além desse vídeo, o Cindedi ainda tem o “Que casa é essa? O abrigo enquanto um acolhimento de qualidade à criança e ao adolescente”. Dezenas de outros na mesma linha estão em fase de conclusão. Cada vídeo tem em média 20 minutos e é uma tradição do grupo desenvolvê-los a partir das pesquisas acadêmicas. O contato com o Cindedi pode ser feito pelo site da USP de Ribeirão Preto (www.ffclrp.usp.br) ou pelo e-mail cindedi@ffclrp.usp.br.
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