Desvendar os mistérios de cérebro humano é uma aventura. Tem até neuronavegador para isso. Andando com um pequeno sensor sobre o crânio, você pode ver por meio de imagens de ressonância magnética, quais são as áreas cerebrais que comandam a fala, o movimento das pernas, a visão e a audição. Parece coisa de ficção científica. Mas não é!
No estande da Cooperação Interinstitucional de Apoio a Pesquisas sobre o Cérebro (Cinapce), os visitantes puderam interagir com esse sistema desenvolvido por pesquisadores de Física Médica da USP de Ribeirão Preto. O grupo faz parte de neurocientistas paulistas coordenados pelos professores Li Li Min e Fernando Cendes, do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.
“Ao acionar a área do braço, damos pequenas descargas elétricas no modelo para simular o movimento”, explicou Li Li Min.
No estande da Cinapce, os monitores também tiraram dúvidas sobre epilepsia. De acordo com Nayla Fabiana Ananias, é comum as pessoas perguntarem se a saliva é contagiosa e se é verdade que a pessoa morre quando a “língua enrola”. “Procuramos desmistificar essas questões e mostrar que epilepsia tem tratamento”, comentou a aluna de iniciação científica na área de genética humana da Unicamp.
Além dessas atividades, cada visitante concorre a uma caneca da Assistência à Saúde de pacientes com Epilepsia (Aspe).
Outro teste proposto no espaço montado dentro do estande da Fapesp é ler nomes de cores trocadas, saber se as bolinhas estão se movendo ou identificar dois rostos ou um cálice numa imagem. O olho engana e o cérebro acredita. Será?
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No estande da Cooperação Interinstitucional de Apoio a Pesquisas sobre o Cérebro (Cinapce), os visitantes puderam interagir com esse sistema desenvolvido por pesquisadores de Física Médica da USP de Ribeirão Preto. O grupo faz parte de neurocientistas paulistas coordenados pelos professores Li Li Min e Fernando Cendes, do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.
“Ao acionar a área do braço, damos pequenas descargas elétricas no modelo para simular o movimento”, explicou Li Li Min.
No estande da Cinapce, os monitores também tiraram dúvidas sobre epilepsia. De acordo com Nayla Fabiana Ananias, é comum as pessoas perguntarem se a saliva é contagiosa e se é verdade que a pessoa morre quando a “língua enrola”. “Procuramos desmistificar essas questões e mostrar que epilepsia tem tratamento”, comentou a aluna de iniciação científica na área de genética humana da Unicamp.
Além dessas atividades, cada visitante concorre a uma caneca da Assistência à Saúde de pacientes com Epilepsia (Aspe).
Outro teste proposto no espaço montado dentro do estande da Fapesp é ler nomes de cores trocadas, saber se as bolinhas estão se movendo ou identificar dois rostos ou um cálice numa imagem. O olho engana e o cérebro acredita. Será?
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